SE VILLA NOS 30 !!!

A mulher, o acordeón e seu cachorro

Publicado por: lpferraz em: agosto 7, 2010

Fiquei pensando um pouco se postava a foto ou não, pois quebraria a imagem que cada pessoa que leu o texto fez da mulher, mas enfim, segue as fotos tiradas a meu pedido por Carol.

Ode à H&M

Publicado por: lpferraz em: julho 28, 2010

Algum momento precisava registrar meu apreço por essa loja…hehehe

As ondas do Danúbio chegam ao Guadalquivir

Publicado por: lpferraz em: julho 26, 2010

Quando Iosif Ivanovici compôs a valsa Valurile Dunării (As Ondas do Danúbio) em Bucareste, Romênia, no ano de 1880 não imaginava a história que narrarrei. A valsa é apena o pano de fundo. Quer dizer, na verdade, nem isso. A valsa é o fio que une os únicos dois personagens da história: eu e a mulher. Chamemos de a mulher, pois nunca soube seu nome. Vamos ao início. Minha vida em Sevilla se resumia a uma meia dúzia de ruas e avenidas principais que eu passava quase todas as semanas: a Bétis, a Sierpes, a Virgen de Luján, a República Argentina, a María Luísa e a Constitución.

É nesta última se passa nosso enredo. A Avenida de la Constitución, que vai da Puerta Jerez ao Ayuntamiento, é uma via  que todo turista que esteja em Sevilla irá passar, pois é caminho quase que obrigatório para pontos turísticos como a calle Sierpes, o Alcázar, a Catedral e o Archivo. Sendo assim, várias e várias vezes passei na Constitución, uma avenida cheia de turistas e sevillanos, abarrotada de ciganas tentando lhe entregar folhas de ramos dizendo que é só um presente, para depois lhe pedir dinheiro. Mas como a maioria das avenidas européias, na Constitución há vários artistas tocando, cantando, pintando, fazendo o que sabem de melhor.

De todos que eu já tinha visto ali, uma sempre me chamava atenção. Já a havia escutado tocar pela manhã, pela tarde e pela noite. Mais ou menos em frente à Cajasol ela ficava sentada, com seu vestido, aparentemente uma cigana. Ao seu lado, ficava um pequeno cachorro. O que me encantava era que ela tocava apenas uma música, As Onda do Danúbio de Ivanovici. Todo o dia que você passasse era a mesma música.  Ela, seu acordeón, seu cahorro e a valsa romena. Eu gostava tanto, mas tanto que sentia falta dela quando não estava no momento em que passava por aquele trecho da avenida. Ou ainda quando ela estava lá, mas tinha acabado de parar, daí eu esperava ela retornar para só então prosseguir meu caminho. Era como se aquela parte tivesse uma trilha sonora específica.

Me tocava muito ver aquela mulher, dias após dia repetindo a mesma música com um tom muito triste. Passei a imaginar qual seria a história dela. Numa das minhas últimas elaborações imaginei que ela era uma imigrante romena (há muitos em Sevilla) que perdeu seu esposo e agora tentava ganhar a vida daquela forma. Daí decidi que daria a ela a única esmola que deixaria na Europa. Muitas vezes pensei se ela sabia da minha existência, eu realmente passei várias vezes na frente dela e em algumas fiquei parado quase que sozinho na frente dela, mas enfim, fiquei com minha promessa na cabeça e fui seguindo meus dias em Sevilla.

Tempos se passaram e era meu último dia em Sevilla, eu tinha ido fazer alguma coisa da qual não me recordo na calle Sierpes e fui voltando pela Constitución, naquele momento estava agoniado e nervoso correndo para casa para arrumar a mala, pois pegaria um trem para Madrid em poucas horas. Fui andando num passo apressado, a mulher nem chegava aos meus pensamentos. Passei pela frente da Cajasol e nada, ela não tocou. Se ela tivesse tocado naquele instante, com certeza eu me lembraria e teria dado minha contribuição, mas ela não tocou naquele momento. Já tinha passado por ela, quando escutei o início da música que tanto me marcou. Parei, me lembrei da promessa e fui num traçado retilínio ao seu encontro. Olhei pra ela, ela continuou tocando e sorriu. Eu sorri, me abaixei e coloquei dinheiro numa cesta à sua frente. Me levantei, ela sorriu e balbuciou um gracias e eu, ao invés de dizer de nada, disse também: gracias.  E assim nos despedimos.

ps: uma versão da música…com acordeón e um pouco mais feliz.

Pra não me esquecer…

Publicado por: lpferraz em: julho 23, 2010

Ainda não vai ser hoje que farei meus últimos posts sobre a viagem. Muito por conta de preguiça, mas postarei assim que der, pois as memórias já estão ficando mais longe também. Falta eu escrever sobre a chegada da família de Débora em Sevilla e do meu irmão e Manu também. Fora a última viagem, que começou em Granada, passou por Salamanca, Segóvia, Toledo, Madrid e Paris. De lá, fui só para Londres. Bem, estou postando mais pra não me esquecer. Depois eu volto.

Ainda devo alguns posts…

Publicado por: lpferraz em: maio 2, 2010

Estou devendo ainda alguns posts…falar da última viagem e de algumas últimas impressões…já faz dois meses e pouco que voltei e não escrevo nada. Enfim, em breve eu faço os últimos posts.

Post de esclarecimento para Filipe Lacerda 2

Publicado por: lpferraz em: fevereiro 24, 2010

Querido Filipe,

recebi minha última nota da US. Tirei 9.0 (SOBRESALIENTE) na disciplina Historia de la America Moderna. Espero que tenha ficado satisfeito com meu desepenho.

Até já já.

Os últimos dias em Sevilla e a última viagem

Publicado por: lpferraz em: fevereiro 9, 2010

Os últimos dias em Sevilla foram muito rápidos. Na verdade nem deu pra sentir direito, nem interiorizei que não passarei mais muito tempo lá. Volto ali só para pegar o avião pro Brasil. Os últimos dias foram uma correria: provas, chegada da família de Débora, visita de João Marcelo e Manu, daytrip com João Marcelo em Granada ( que é bem bonita e tem o Palácio de Alhambra, uma das 7 maravilhas do mundo moderno)…mas no final deu tudo certo. E ainda pude me despedir dos lugares que mais gosto da cidade. Outro dia escrevo melhor sobre isso. Pois bem, como disse naquele primeiro post, estou começando minha útlima viagem. Faltam uns 20 minutos para eu chegar em Madrid, ou seja, faz duas horas que estou escrevendo todos esses posts.
Chegando em Madrid, me encontrarei com Débora e sua família. Passaremos cinco dias em Madrid e nos três primeiros faremos daytrips em Toledo, Segóvia e Salamanca. Madrid é a única cidade das que visitei que estou voltando, mas sem dúvida vale muito a pena, tenho muito ainda que ver. Dia 15 vamos para Paris, lá me encontrarei com o único amigo que fiz na Europa, Jérémy (que por sinal tá louco pra ir pro carnaval de 2011 em Recife e Olinda…hehe). Ficamos em Paris até o dia 19, quando nos separamos. Débora e sua família vão pra Barcelona enquanto eu irei para Londres e me encontrarei com Júlia, Sílvio e Bruno. Volto dia 24, chegando em Sevilla de 22:00…terei só o tempo de arrumar as malas e cochilar….doze horas depois sai meu avião praa Lisboa e de lá pra Recife. Estou ansioso. Enfim….vou descansar as mãos nesse tempo que me sobra no trem. Até quando puder postar…

Post de esclarecimento para Filipe Lacerda

Publicado por: lpferraz em: fevereiro 9, 2010

Caro Filipe Lacerda,
devida a sua preocupação com relação aos meus estudos segue minhas notas e uma explicação de como funciona o sistema aqui. Na Espanha, são utilizados números e conceitos. Se você tira de 0.0 a 4.9 (NO APROBADO), se de 5.0 a 6.9 (APROBADO), se de 7.0 a 8.9 (NOTABLE), se de 9.0 a 10 (SOBRESALIENTE). Tendo isso em vista, gostaria de lhe informar minhas notas das duas primeiras disciplinas que recebi o resultado. Em “Historia de la Cultura en la América Española” tirei 9 (SOBRESALIENTE) e em “Historia de Iberoamérica Contemporánea” também 9 (SOBRESALIENTE). Espero que fique feliz com meu desempenho.
Um forte abraço e até a volta.
Luiz Paulo Ferraz
PS: xD

Formatura de Teo

Publicado por: lpferraz em: fevereiro 9, 2010

Entenda quem entender, mas já dizia um amigo meu…”é o que importa”. Sevilla estava um pouco complicado com tanto o que estudar então fui, de uma forma ou de outra, espairecer com os amigos na formatura de Teo em Recife. Segue as fotos. hehehehe

  • É o seguinte… vou começar a escrever o que me sobra de memória depois de um mês tão agitado.Tudo começou com eu e Débora indo para o aeroporto de Barcelona. Onde dormimos, quer dizer, ela dormiu, pois não conseguir pregar o olho. De manhã nos encontramos com Júlia, Sílvio, Tevez, Bruno e Paulinho (primo de Jú) e iniciamos a viagem. Fomos com uma companhia low cost húngara chamada Wizzair. Bem, o vôo não foi dos mais tranquilos. Para ser mais sincero, o avião balançou pra caralho. No entanto, não achei grande problema. Foi o único vôo em minha vida que consegui dormir, vai ver que aquilo me ninou…hahaha.
  • Do alto, no avião, víamos uma cidade coberta de neve e já pensávamos o que nos esperava. Pois bem, descemo em Friodapeste…huahuhuauhauhahuuhahu….eu não podia deixar de falar esse trocadilho….uhahuuhauhauha…Se você tá rindo é porque não pegou com a gente aquele “friozinho de leve” de alguns negativos.
  • Budapeste é sem dúvida muito bonita. Se for pro Leste Europeu inclua essa cidade sem pestanejar. Nascida da união de três antigas cidades: Peste, na margem direita do rio Danúbio e Buda e Obuda, na margem esquerda do mesmo rio, a capital húngara tem muita coisa pra ser vista. Essa cidade viveu muito tempo na riqueza no período dos Habsburgos, foi bombardeada e destruida na 1ª Guerra Mundial, sofreu anos de domínio soviético. Cara, realmente vale a pena. Não se pode deixar de ver o Castelo de Buda (uma das coisas mais bonitas que já vim em minha vida), o Parlamento de Pest, a Chains Bridge, a Terror Háza (Casa do Terror, House of Terror), a Iztván Church. Detalhe para a Terror Háza, um bunker que abrigou a polícia nazista, nos tempos do domínio de Hitler, e a polícia soviética, tempos depois. Nesse local foram torturados, mortos bastante gente. Uma pena foi termos tido apenas dois dias nessa cidade….Ah…outra coisa…os albergues lá são muito interessantes. O nosso, por exemplo, ficava num prédio de fachada acabada e suja. Só vendo o lugar mesmo. Mas por dentro era normal.
  • Depois de lá, corremos o ônibus para Viena. Veríamos a parte mais rica do império austro-húngaro. Chegamos lá no dia 24, véspera de Natal. Faríamos nossa ceia e amigo secreto. O albergue era fuderoso, muito bom, sem dúvida o melhor que já fui. O nome dele? me perdoem, não lembro agora. Então comemos a ceia e trocamos nossos presentes. Passeamos um pouco pela cidade e acabamos no barzinho “O Mundo é dos Espertos” do hotel…..huahuauhuahuha… No outro dia, fomos conhecer um pouco mais a cidade. Há muito o que se ver, mas engana-se quem pensa que Viena, por ser situada no leste europeu, seja barata. Na verdade, a mais cara das cidades que fomos. Além do fato de todas as entradas dos monumentos serem pagas. Quase tudo que se visita fica no Ringstrasse, ruas que fazem um circulo (anel). Lá vimos a igreja de San Itzván, o State Opera (no qual fomos para uma opera por 3 euros, pra ficar em pé, mas nem vale a pena ir dessa maneira, só pra dizer que foi mesmo…hehe), a Prefeitura de Viena (uma das contruções mais bonitas que já vi…né Tevez?), o Parlamento, o Hofburg Palace (complexo de palácios que por onde passaram desde Carlos V à imperatriz Sissi). Por sinal, tudo naquela cidade gira em torno de Sissi e Mozart. Com relação a este último, incluso você encontrará várias pessoas fantasiadas do músico oferecendo para lhe levar à operas.Perto do Ringstrasse se pode ver ainda a House of Music, a Casa de Mozart, Museums Quartier (praça cheia de museus). Mais longe daí, fomos no Palácio de Belvedere, no Schloss Schobrun (conhecido por ter sido uma das mais famosas residências de Sissi). Gostei muito de ter entrado na House of Music, onde em um programa você tem a possibilidade de reger uma orquestra, se manda bem, te parabenizam, se mal….te chingam….num é Jú? hueuheuheuheuh. Além disso, há uma exposição sobre músicos clássicos e sobre som e audição. A Casa de Mozart é uma merda…O músico era um verdadeiro nômade, em sua vida, se não me engano nunca passou 3 anos inteiros num apartamento só. Uma das melhores coisas que vi pouco tem a ver com com a cidade e o passeio. Na verdade tem nada a ver. No Museu de Etnologia estava tendo uma exposição sobre Tatanka Yotanka, mais conhecido como Touro Sentado…é, eu sei…você não conhece né? Deixa pra lá. Ainda em Viena, se juntaram a nós Natália e Bruno (seu namorado).
  • Dia 28, acordamos cedo e pegamos o ônibus para Bratislava, capital da Eslováquia ( que junto com República Tcheca formavam a extinta Tchecoslováquia). Ali, mais que em qualquer cidade que passamos a língua era um problema. Chegamos na estação de ônibus e precisávamos arrumar algum lugar onde deixar as malas para podermos visitar a cidade. Em inglês, saímos perguntando por algum lugar na estação e não conseguimos nenhuma resposta. Enfim encontramos um lugar e fomos passear. A cidade é muito pequena, conhecemos ela em uma tarde. Assim como Viena e Budapeste ela é cortada pelo rio Danúbio. Há um castelo no alto da cidade que nos dá uma bonita vista, mas não lembro dele. Talvez, o mais interessante sejam as estátuas presentes ao longo da cidade que interagem com o ambiente.
  • Ainda no dia 28, fomos para o último destino do ano. Praga, capital da República Tcheca, é sem dúvida a cidade com o centro histórico mais bonito do mundo. Ali reencontrei meu irmão João Marcelo, que está vivendo em Hamburgo, e sua namorada Manu, que está vivendo em Berlim. Enfim a viagem já tinha tudo pra dar certo e a cidade ainda nos ajudou. Pela primeira vez vi nevar!..hahahhaha…é muito massa…huahuahuhua…fiquei rindo lá feito um matuto brincando, ou jogando bola de neve em Bruno Nery…hueheuhuheuheuue…Pois bem, deve ser ir pro castelo de Praga que dizem ser muito bonito, não fomos, ir ver o Museu Nacional (bonita construção), há o museu do sexo, o museu da tortura e vários outros museus pega-besta, que poucas vezes valem a pena…esses daí eu nem fui…acabei indo pro Museu do Comunismo, que nem vale a pena, exceto por um vídeo que mostra a invasão soviética à antiga Tchecoslováquia e o fim do regime comunista ali. Há também o Kafka Museum, o tour pelo bairro Judeu (que eu não fiz), e outras coisas. Mais o melhor mesmo é ver a cidade…ela é que é a grande atração…não precisa nem entrar em nada. Exceto o U Fleku, uma cervejaria em funcionamento desde 1499 conhecida por sua cerveja preta. Lindo mesmo foi o ano novo ali. Vimos nas margens do Danúbio a impressionante queima de fogos.
  • Dia 1 de Janeiro de 2010 nos dividimos pela primeira vez. Paulinho voltou pra Portugal. Natália e Bruno foram pra Barcelona e todo o resto fomos para Berlim. Puta que pariu! Que cidade do caralho! Sei nem por onde começar…Bem, enquanto Júlia, Sílvio, Tevez e Bruno ficaram num albergue fomos eu, Débora, João Marcelo e Manu para a residência dela. Manu está fazendo aupair e está morando no bairro de Zehlendorf, daí ficamos lá. Então citarei todos os lugares que fomos e vale a pena ir, ficará mais fácil: Postdamer Platz (grande plaza a céu aberto), East Side Gallery (maior pedaço do Muro de Berlim ainda conservado), Checkpoint Charlie (um dos pontos de passagem entre as antigas Berlim Ocidental e Oriental), Brandeburg Tor (Portão de Brandeburgo, um dos símbolos da capital), Reichtag (Parlamento alemão), Sony Center, Campo de Concentração de Sachsenhausen (campo de concentração que fica em Oranienburg, cidade bem perto de Berlim, dá pra ir com o metro da cidade), Monumento aos Judeus (já se entende), Ilha dos Museus (bem, esse não fui, mas dizem que vale muito a pena) e teve um outro lugar, que infelizmente não lembro o nome, quem souber me diz…uma igreja que foi destruida por uma bomba na 2ª Guerra Mundial e ainda se conserva do mesmo jeito. Putz! é uma cidade pra muitos dias. Muito interessante e com muito o que fazer. Ver uma cidade recheada de História e com coisas tão próximas dos nossos anos é impagável. E indo pra lá, não se pode deixar de conhecer Sachsenhausen. A visita é gratuita e você pode ver um vídeo sobre o campo, ver os aposentos dos presos locais que eram judeus, negros, homossexuais, ciganos e etc. É bastante enriquecedora essa visita. Há ainda um museu a céu aberto sobre o Nazismo na Alemanha, que eu também não lembro o nome agora. Mas pesquisando se acha. Enfim, essa é sem dúvida, mais que qualquer uma que visitei, uma das cidades que merece um retorno…de preferência no Verão. Pegamos nosso maior frio ali -10º. Dá pra tu?
  • De lá, seguimos apenas eu, Débora e João Marcelo para Hamburgo. Já mortos de cansados a viagem foi mais devagar. Chegamos a tirar um dia só para dormir. Fomos no Bunker Musical (antigo bunker nazista que hoje abriga uma puta loja de música, onde toquei em guitarras mais caras que carros populares brasileiros…hahah…fodaço), na Universidade de Hamburgo, na linda prefeitura da cidade, na San Nicolai Church (igreja bombardeada na 2ª Guerra Mundial dividida ao meio pelas bombas e ainda assim preservada) e fomos pro melhor ponto turístico…huehuuheuheuh…a Hoffbrauhaus (um bar que é uma oktober fest permanente, com garçons e garçonetes vestidos a caráter, com roupas típicas da Bavária (região alemã) e com uma decoração muito bonita no local). Já mais do que mortos, nos despedimos do meu irmão. Pegamos um vôo para Palma de Mallorca e de lá outro para Sevilla, onde chegamos dia 10 de Janeiro, após alguns dias de viagem.

PS: Fotos no Orkut!

Luiz Paulo Ferraz

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